SECRET NUMBER: K-Pop feito por quatro países — e que soa completamente coreano
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SECRET NUMBER: K-Pop feito por quatro países — e que soa completamente coreano
Grupos· 2 min

SECRET NUMBER: K-Pop feito por quatro países — e que soa completamente coreano

Com integrantes dos EUA, Indonésia, Japão e Coreia, o SECRET NUMBER demonstra que K-Pop é cada vez mais um sistema de produção global — não

O que você vai encontrar · 4 seções

SECRET NUMBER chegou ao debut em 2020 com uma formação que resume a direção que parte do K-Pop está tomando: cinco integrantes de quatro países diferentes, com fluência em coreano, inglês, indonésio e japonês, numa aposta declarada de que o K-Pop pode ser feito por quem não nasceu na Coreia sem perder autenticidade.

Uma americana, uma indonésia, duas coreanas e uma japonesa — e a música soa como K-Pop puro. É essa contradição aparente que torna o SECRET NUMBER interessante.

— A proposta multicultural do SECRET NUMBER

Diversidade como conceito central

O SECRET NUMBER debutou em 19 de maio de 2020 com o single “Who Dis?”, pela Vine Entertainment. O grupo foi formado com composição multicultural deliberada: Jinny nasceu nos EUA, Dita é indonésia, Minji e Soodam são coreanas, e há presença japonesa na formação. A diversidade não é apenas demográfica — reflete-se na capacidade do grupo de comunicar com públicos de múltiplas regiões em idiomas que não exigem tradução.

As integrantes

O grupo é formado por Jinny, Dita, Minji, Soodam e ZUU. A fluência multilíngue do grupo — com conteúdo produzido em coreano, inglês e indonésio — cria pontos de entrada diferentes para fãs de regiões distintas, uma vantagem que grupos homogeneamente coreanos precisam construir artificialmente através de versões traduzidas.

Agência
Vine Entertainment
Debut
19 de maio de 2020
Integrantes
5
Fandom
SONE (compartilhado temporariamente; fandom próprio: Secret Keeper)
Diferencial
Formação de 4 países; multilíngue desde o debut

K-Pop sem fronteiras de origem

O SECRET NUMBER é um dos casos mais concretos de como o K-Pop está se tornando um gênero e um sistema de produção — não apenas uma exportação cultural coreana. Quando uma americana e uma indonésia podem fazer K-Pop tão reconhecível quanto grupos nascidos e treinados inteiramente na Coreia, o que define o gênero claramente não é mais a origem das pessoas, mas a estética e o processo de produção.

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