BABYMONSTER chegou carregando o peso mais difícil de sustentar no K-Pop: ser o próximo grande girl group da YG depois do BLACKPINK. A diferença é que, dessa vez, a empresa decidiu mostrar o processo inteiro ao público antes mesmo do debut — com direito a reviravolta de última hora que dividiu fandoms inteiros.
Sete integrantes, um número escondido no próprio nome do álbum, e a pressão de carregar o legado mais cobiçado da YG.
— A chegada do BABYMONSTER
Um reality que terminou com reviravolta
O BABYMONSTER nasceu de um reality transmitido pela YG em 2023, que mostrou sete candidatas competindo pelas vagas do grupo. Ahyeon, no entanto, foi inicialmente excluída da formação final por “problemas de saúde” — só para ser reintegrada meses depois, num movimento que gerou especulação intensa e debate acalorado nas comunidades de fãs sobre os bastidores reais da decisão.
As sete integrantes
O grupo é formado por Ahyeon, Kawai Ruka, Pharita, Asa, Shin Ha-ram, Rora e Chiquita. Pharita, tailandesa, foi descoberta pela YG através de audições internacionais e se destacou no reality como uma das participantes mais consistentes em performance, com uma das vozes mais potentes do grupo. Ruka, a integrante japonesa mais velha, treinava na YG desde os 13 anos — um dos períodos de trainee mais longos entre todas as integrantes, e era considerada uma das mais talentosas da empresa mesmo antes do reality começar.
Números que justificam a expectativa
O BABYMONSTER vendeu mais de 500 mil cópias de “BABYMONS7ER” na primeira semana — um dos debuts mais fortes da história recente da YG para um girl group, superando inclusive os números iniciais do próprio BLACKPINK em sua semana de lançamento. É o tipo de número que silencia, ao menos temporariamente, qualquer dúvida sobre se o grupo conseguiria carregar a expectativa em torno do nome.
- Agência
- YG Entertainment
- Debut
- 1º de abril de 2024
- Integrantes
- 7
- Fandom
- MONSTER
- Álbum de debut
- “BABYMONS7ER” (500 mil+ cópias na 1ª semana)
O peso da herança YG
Ser anunciado como “o próximo grande girl group da YG” depois do fenômeno global do BLACKPINK é uma posição que poucos grupos sobreviveriam sem comparação constante. O BABYMONSTER lida com essa pressão investindo em individualidade dentro do grupo — cada integrante com um ponto forte claramente comunicado — em vez de tentar replicar a fórmula exata do antecessor, o que ajuda a justificar a aposta da empresa em manter sete integrantes (em vez do quarteto compacto do BLACKPINK).
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Para entender o padrão que o BABYMONSTER tenta honrar, vale revisitar a trajetória do BLACKPINK — o grupo que definiu o que “sucesso global da YG” significa na geração anterior.











