Baby V.O.X: o girl group da 1ª geração que apostou em autonomia feminina quando isso era radical
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Baby V.O.X: o girl group da 1ª geração que apostou em autonomia feminina quando isso era radical
Grupos· 2 min

Baby V.O.X: o girl group da 1ª geração que apostou em autonomia feminina quando isso era radical

Ativas entre 1997 e 2006, o Baby V.O.X construiu uma identidade mais assertiva e urbana do que o padrão da época — e ajudou a definir o que

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Baby V.O.X não é apenas um grupo histórico do K-Pop — é um dos grupos que ajudou a definir o que seria o K-Pop feminino antes que o mundo soubesse que o K-Pop existia. Ativas entre 1997 e 2006, elas construíram uma carreira que vai muito além de nostalgia: redefiniu padrões de performance, moda e identidade feminina no entretenimento coreano numa época em que esses padrões eram muito mais restritos.

Na virada do século, quando girl group significava “delicado e comportado”, o Baby V.O.X apostava em atitudes provocadoras, estética urbana e músicas sobre independência feminina. Era radical para a época.

— O legado do Baby V.O.X na 1ª geração

Pioneiras da 1ª geração

O Baby V.O.X debutou em 1997 pela DR Music, passando depois pela Doremi Media. O grupo operou na mesma época de H.O.T., S.E.S. e Fin.K.L — os grupos que definem o imaginário da 1ª geração do K-Pop — mas com uma identidade mais rebelde e urbana do que o padrão da época. Músicas como “Get Up” e “Xcstasy” soavam diferentes do que o mercado koreano estava acostumado, misturando R&B, dance-pop e letras que falavam de empoderamento feminino com uma franqueza pouco comum.

A formação clássica

A formação mais conhecida internacionalmente inclui Kim Eun-jin, Shim Eun-jin, Yoon Eun-hye, Lee Hee-jin e Kan Mi-youn. Yoon Eun-hye tornou-se uma das atrizes mais reconhecidas da sua geração após o fim do grupo — com “Goong” (Princess Hours) e “Coffee Prince” entre os trabalhos que a consolidaram como protagonista de K-Drama.

Agência
DR Music / Doremi Media
Atividade
1997–2006
Geração
1ª geração do K-Pop
Legado
Identidade feminina mais assertiva; mistura de R&B e dance-pop

O que a 1ª geração nos ensina sobre o K-Pop hoje

Revisitar o Baby V.O.X é entender como o K-Pop feminino começou muito mais diversificado do que frequentemente se lembra — e como a padronização de conceitos e estéticas que dominou os anos 2010 não era inevitável, mas uma escolha de mercado. Grupos da 4ª geração que apostam em conceitos mais ousados e identidades mais complexas, de certa forma, retomam um caminho que a 1ª geração já tinha aberto antes que a indústria se consolidasse.

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Para outra referência fundamental da 1ª geração do K-Pop feminino e como suas integrantes influenciaram gerações seguintes, vale conhecer a trajetória do S.E.S. — o girl trio da SM que marcou a mesma época.

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